Conectamos fontes, estruturamos fluxos e entregamos inteligência analítica que os líderes usam — não só que o time de dados produz.
Agendar diagnóstico →Indústria de alimentos
7.680h/ano
trabalho manual eliminado
Varejo de moda
100%
franquias com dados em tempo real
Varejo alimentar
10×
mais velocidade na tomada de decisão
Grupo Orangefox
150+
clientes ativos
A maioria das empresas tem dados. Poucas têm decisão baseada neles.
O problema não é falta de ferramenta. É dado sem governança, relatório sem dono, insight que chega tarde — ou que nunca chega. O resultado é decisão por intuição onde deveria ser por evidência.
Nós resolvemos isso. Com método.
Entendemos onde os dados estão, como fluem e onde a cadeia quebra. Sem suposição — com mapeamento real.
Estruturamos o ambiente de dados com as ferramentas certas para o porte e o setor. Dados com dono, com processo, com qualidade.
Dashboards, relatórios automatizados e modelos preditivos conectados às decisões reais do negócio — não só às métricas de vaidade.
Seu time aprende a usar — não depende de nós para acessar o próprio dado. Independência é parte da entrega.
O diretor pede o número de ontem e recebe a planilha de três semanas atrás. O time comercial e o financeiro levam dois dias discutindo qual é a receita certa, porque cada área tem a sua. O relatório que decide o mês depende de uma pessoa específica estar disponível — e quando ela sai de férias, a decisão espera.
Nenhum desses problemas se resolve comprando outra ferramenta. Eles são de fundação: dado que entra errado na origem, regra de negócio que vive na cabeça de alguém, indicador sem dono, e nenhuma camada entre o sistema transacional e quem decide.
É isso que a gente ataca primeiro. Não começamos pelo dashboard bonito — começamos por descobrir onde a cadeia quebra, porque dashboard sobre dado ruim só acelera a decisão errada.
Boa parte dos projetos de dados fracassa por inverter essa ordem. Começa pela ferramenta, descobre que o dado não sustenta, e aí é tarde — o orçamento foi embora e a confiança do time também.
Na camada analítica seguimos um modelo próprio em três degraus. O dashboard responde o que está acontecendo e é onde a diretoria olha todo dia. O analítico deixa a pessoa descer no detalhe e entender por que aconteceu. E o self-service é quando o time monta a própria visão, sem abrir chamado e sem depender de nós.
O último degrau é o que a maioria dos projetos nunca alcança — e é justamente o que separa um fornecedor de BI de uma operação que anda sozinha. Independência é parte da entrega, não um extra.
Quatro linhas de trabalho, que podem entrar juntas ou separadas, conforme o estágio em que a sua operação está.
Dashboards executivos e operacionais, relatórios automatizados e indicadores com fórmula escrita e dono definido. Em Qlik Sense, Qlik Cloud e Power BI.
Pipelines de ingestão e transformação, integração entre ERP, CRM e sistemas legados, e orquestração que roda sozinha — com alerta quando falha, não silêncio.
Catálogo, linhagem, qualidade monitorada, política de acesso e o combinado sobre quem responde por cada número. É o que faz o dado parar de ser discutido em reunião.
Arquitetura para volume e variedade, em Databricks, Microsoft Fabric, Snowflake ou Delta Lake, dimensionada para o porte real da operação — não para o slide.
Em três formatos, conforme a necessidade: assessment, quando o primeiro passo é entender a maturidade e desenhar o caminho; projeto com escopo fechado, quando o destino já está claro; e squad alocado, quando a demanda é contínua e o time precisa de capacidade sênior dentro de casa.
Em qualquer um dos três, a primeira entrega em produção costuma acontecer em semanas, não em trimestres — trabalhamos com ganhos rápidos que já pagam parte do caminho antes do fim do projeto.
Alimentício
Indústria de alimentos
7.680h/ano
Horas de trabalho manual eliminadas com automação de relatórios analíticos. O time passou a focar em análise, não em planilha.
Varejo / Franquias
Varejo de moda
100%
Das franquias com relatórios atualizados em tempo real, sem intervenção manual. Visibilidade total da rede, de qualquer lugar.
Quase nunca. Na maioria dos casos a ferramenta não é o problema — o que falta é a camada de dados por baixo dela. Quando a troca faz sentido, dizemos por quê, com o custo e o ganho na mesa; quando não faz, trabalhamos com o que você já tem.
Dá, e é assim que quase todo projeto começa. Dado ruim não é impedimento, é o ponto de partida — o que não dá é construir indicador em cima dele sem antes tratar a origem, porque aí o número sai bonito e errado.
A primeira entrega em produção costuma sair em semanas. O projeto inteiro depende do tamanho da operação, mas trabalhamos com entregas parciais justamente para você não esperar o fim para ver valor.
O contrário é o objetivo. Capacitação e autonomia são a quarta etapa do método, e a medida de sucesso é o seu time montando a própria análise sem precisar nos chamar.
Uma conversa de 30 minutos com nosso time já revela onde estão os maiores gargalos.